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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

As linhas das partidas


Dos altos bem altos,
Eu vi você olhar para os matos
E pensar no que aquilo poderia te levar.
Criar um caminho? Talvez.
Mas não pensou que sua força estivesse em escassez.
Pensou em sumir
Mas não foi capaz de assumir.
Culpou-se tanto por não trilhar um caminho,
Que nem pode ver o caminho injusto que criou.
Muito menos enxergou as vidas que magoou,
E mesmo assim não pensou
No quanto minha alma por ti chorou.

__

Tu chegaste a um novo mundo
Do qual neste novo mundo não há a mim,
Somente você, onde é única prioridade;
Onde cada lágrima se torna um poço de tristeza e infelicidade.
Caminhará sozinha e sem seus pés para te guiar,
Pois sem seu velho mundo, não há caminho para amar.

__

O amor não será verdadeiro,
Porque o tal de amor foi sempre um desordeiro.
Um desordeiro que nunca ajudou
E muito menos influenciou!
Mal revolucionário,
Que nunca ajudará a minha vida mudar.
Para o bem ou mal,
Nunca saberá o qual.

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